ESTAMOS JUNTOS: FILME BRASILEIRO (E PAULISTANO) COM A LEANDRA LEAL GARANTE UM MÍNIMO DE DISTRAÇÃO (filme em DVD).
Quatro e meia da manhã e eu aqui, em plena segunda-feira (agora já é terça), e acabei de buscar a minha filha numa festa lá na Chairs. "Ser pai é padecer no computador, de madrugada". Um ditado que acabei de inventar.
O filme não é lá grande coisa, mas a LEANDRA LEAL é, sem dúvida, uma das boas atrizes brasileiras, junto com o LÁZARO RAMOS (que não trabalha neste filme).
Leandra aqui faz a jovem médica Carmen, moça meio complicada que trabalha num hospital público. Levando uma vida de trabalho e alguns amigos, dentre eles um amigo gay que é DJ (feito muito bem pelo CAUÃ REYMOND que nos últimos filmes tem demonstrado que possui coisas melhores do que apenas a mulher dele, a GRAZI MASSAFERA).
Carmen inicia um romance com um argentino mais jovem do que ela e impetuoso. Como se trata de uma co-produção com a Argentina, a presença do ator é justificada provavelmente por exigência de quem deu o dinheiro para o filme, no País vizinho. E o personagem é um argentino que fala gírias brasileiras, cheio de chinfra, mas a gente nota que ele se esforçou para parecer "descolado no Brasil". Eu preferia que ele fosse mais argentino e menos "imitação de brasileiro", o que teria ficado mais original.
Além do amigo DJ e do namorado argentino, ela mantém durante todo o filme uma relação estranha com um homem que surge, assim do nada, a todo momento. Já adianto que o cara é um "amigo imaginário" o que com um mínimo de percepção se descobre, já que ele aparece e desaparece com facilidade e nos lugares menos prováveis.
Do meio para o fim, ela descobre um tumor no cérebro e - médica ou não - passa a se desesperar e encarar a vida de uma outra maneira, diante da morte iminente, que lhe é diagnosticada.
O filme é bom pelas situações cotidianas, mas termina meio sem "moral da história", já que todas as situações pretensamente "dramáticas" são muito comuns e já foram abordadas de forma excessivamente gasta em outros filmes (doença, conflito amoroso, amigo imaginário, questão social). Quebra o galho.
O filme não é lá grande coisa, mas a LEANDRA LEAL é, sem dúvida, uma das boas atrizes brasileiras, junto com o LÁZARO RAMOS (que não trabalha neste filme).
Leandra aqui faz a jovem médica Carmen, moça meio complicada que trabalha num hospital público. Levando uma vida de trabalho e alguns amigos, dentre eles um amigo gay que é DJ (feito muito bem pelo CAUÃ REYMOND que nos últimos filmes tem demonstrado que possui coisas melhores do que apenas a mulher dele, a GRAZI MASSAFERA).
Carmen inicia um romance com um argentino mais jovem do que ela e impetuoso. Como se trata de uma co-produção com a Argentina, a presença do ator é justificada provavelmente por exigência de quem deu o dinheiro para o filme, no País vizinho. E o personagem é um argentino que fala gírias brasileiras, cheio de chinfra, mas a gente nota que ele se esforçou para parecer "descolado no Brasil". Eu preferia que ele fosse mais argentino e menos "imitação de brasileiro", o que teria ficado mais original.
Além do amigo DJ e do namorado argentino, ela mantém durante todo o filme uma relação estranha com um homem que surge, assim do nada, a todo momento. Já adianto que o cara é um "amigo imaginário" o que com um mínimo de percepção se descobre, já que ele aparece e desaparece com facilidade e nos lugares menos prováveis.
Do meio para o fim, ela descobre um tumor no cérebro e - médica ou não - passa a se desesperar e encarar a vida de uma outra maneira, diante da morte iminente, que lhe é diagnosticada.
O filme é bom pelas situações cotidianas, mas termina meio sem "moral da história", já que todas as situações pretensamente "dramáticas" são muito comuns e já foram abordadas de forma excessivamente gasta em outros filmes (doença, conflito amoroso, amigo imaginário, questão social). Quebra o galho.







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